A Salsa Brava que está a incendiar as pistas de dança!
Vibrantes e magnéticos. La Tremenda Sonora, fundada em Lisboa no ano 2023, um poderoso ensemble internacional que reúne talentos de nove países: Argentina, Colômbia, República Dominicana, Brasil, França, Itália, Espanha, Estados Unidos e Portugal.
Composições originais que fundem a riqueza das tradições com um som distinto, despertando sempre a alma latina e o fervor.
Um cocktail transatlântico perfeito. Salsa brava tradicional, com ingredientes de vários cantos do mundo, entre a Europa e as Américas. O resultado não é apenas uma bebida familiar, mas uma mistura explosiva de contágio dançante.
La Tremenda Sonora vai além da música, é uma homenagem viva à essência da salsa, um género nascido do encontro de culturas. Através de uma série de episódios visuais (como Salsa Brava, Salsa Descontrolada e Salsa Clandestina), e que transporta a um mundo performativo e cinematográfico onde o ritmo é quem manda.
Álbum: “La Tremenda Sonora”
Energia orgânica e genuína: o primeiro álbum da banda, lançado em setembro de 2025, foi gravado inteiramente ao vivo, capturando a energia contagiante, e a autenticidade que tornam cada apresentação única.
Músicos Ezequiel Delgado – Voz Edoardo Pasta – Voz, Trompete, Percussões Martin Alvarez – Voz, Guitarra, Percussões Alexandre Weisz – Teclados Daniele Pistone – Baixo Guilherme Macedo – Congas Gabriel Grondona – Timbales Theo Thornton – Bongo e Cowbell Edison Otero – Trompete Diogo Piçao – Sax Soprano Alexandre Pinheiro – Sax Tenor Iris Ceulemans – Trombone
O fenómeno transatlântico que está a conquistar a World Music chega a Portugal
Ayom, vencedores dos prémios Melhor Grupo e Melhor Disco da Songlines e Melhor Álbum World Music da German Critics Award.
Uma banda multicultural que cruza o Atlântico Negro, do Brasil a Angola, de Portugal a Cabo Verde. Uma identidade mediterrânica e um som que a crítica descreve como um “swing irresistível”.
Ayom é um grupo de seis viajantes: Jabu (brasileira) e Alberto (italiano) ambos residentes em Espanha; Timoteo (de ascendência grega e italiana) juntamente com Francesco (italiano), Ricardo e Walter (ambos angolanos), todos residentes em Lisboa. Unem-se por causa de uma história de amor e compartilham uma paixão comum pela música da diáspora africana, incluindo canções do Brasil, Angola e Cabo Verde, que encontraram em Lisboa uma espécie de lar.
Sa.Li.Va é um acrônimo que representa os três impulsos distintos presentes na música de Ayom: “SA-grado” (sacralidade), “LI-berdade” (liberdade e amor) e “VA-lentia” (coragem). O álbum é uma trilogia onde cada capítulo contém três músicas.
O Novo Álbum “SA.LI.VA.”: Lançado em setembro de 2024 e produzido pelo vencedor de um Grammy, Kastrup, o álbum alcançou o #2 no World Music Charts Europe e foi classificado entre os 20 melhores álbuns do ano.
Mais de 300 concertos realizados em 25 países que passaram por palcos de prestígio mundial como o WOMAD, WOMEX e Eurosonic.
Sa.Li.Va, com produção musical de Kastrup (vencedor do Grammy Latino pelo trabalho Mulher do fim do mundo da grande artista Elza Soares), tem canções em português, espanhol e italiano, conta com convidados especiais, e é uma mistura de instrumentos orgânicos/acústicos e eletrónicos. Mais moderno e ousado, mas com o mesmo espírito e poesia de sempre. Ayom incorporam ritmos tradicionais (como semba, funaná, frevo, maracatu, coladeira, congado, kizomba, xote, maloya, congo de ouro, etc.) para falar a sua linguagem e expressar a sua música original, mas, em Sa.Li.Va, com um toque de sons sintéticos.
Em Março de 2025 lançam o single “Madrecita” da versão Delux do álbum Sa.Li.Va. Uma música que questiona a nossa desconexão da Terra. Nascida do encontro entre Brasil, Itália e Angola, mistura tradição e experimentação para criar uma sonoridade que transcende fronteiras. Com uma melodia esticada que suspende a experiência auditiva e elementos espaciais e digitais que aumentam a sensação de um planeta interligado, Madrecita reflete sobre um mundo cada vez mais enfraquecido pela sua contínua exploração.
Músicos: Jabu Morales: voz e percussão Alberto Becucci: acordeão Timoteo Grignani: percussão Walter Martins: percussão Ricardo Quinteria: guitarra Francesco Valente: baixo
Situados entre o último dos românticos e o primeiro dos punks, os Anonima Nuvolari vão bem com tudo menos com a tristeza, sem poesia e o amor sem gosto. Cinco boémios vestidos a rigor pedalam na volta a Itália em 50 anos. Desde Renato Carosone a Vinício Capossela, de Fred Buscaglione a Paolo Conte. Correm a música, o espírito e a festa de um país, uma festa ambulante trazida pelo pó da estrada e levada ao brilho dos grandes salões. Barro e cristal.
Músicos Donatello Nuvolari – Acordeão e Voz Francesco Nuvolari – Baixo Sergio Nuvolari – Saxofone Simone Nuvolari – Guitarra Giancarlo Nuvolari – Percussão